Como recomeçar a trabalhar depois de uma interrupção após o parto.

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Muitas mulheres interrompem mais cedo ou mais tarde a sua carreira para se concentrarem totalmente nos filhos. A maioria está decidida a retomar o trabalho o mais cedo possível. Na prática não é tão fácil para uma mulher deitar novamente mãos à obra.

Contudo, como mulher que recomeça, terá mais a oferecer do que somente os certificados de habilitações que tinha quando começou.

Muitas vezes, as mulheres esperam até que os filhos cresçam e fiquem mais independentes, ou por uma oportunidade e momento certo para recomeçar a trabalhar.

Lembre-se que tem de ser você a tomar a decisão e a dar o primeiro passo!

Saiba como recomeçar com as dicas da equipa Jobartis:

Mantenha-se informada
Aproveite o tempo que está em casa para ler revistas e jornais, manter o contacto com colegas, estar atenta ao que se passa. Abandonar um emprego por causa da família não significa que deva excluir-se totalmente do mundo profissional.

Mantenha-se activa
Porque não aderir a uma organização de voluntários, um clube desportivo ou outra associação? Assim mantém contactos sociais e melhora as suas capacidades.

Reflicta
Pergunte-se a si mesma, antes de começar a mandar CV´s, o que quer fazer exactamente. Quer continuar no caminho da sua carreira anterior ou procura novos desafios?

Formação 
Cursos e acções de formação adicionais ajudam a refrescar os seus conhecimentos antigos ou a desenvolver novos.

Defina as suas competências
Ficar em casa a tomar conta dos filhos não significa que as suas competências desapareçam instantaneamente. É verdade que algumas ficam ultrapassadas, mas ganhou seguramente algumas novas. Organizar, planear, coordenar, participar em reuniões de pais, etc.

O buraco no seu CV
Nas entrevistas, quando perguntem pelo período que esteve em casa, explique de forma positiva o que andou a fazer nesse período. Ou seja, não diga: ‘Não trabalhei durante 2 anos’ mas ‘Durante dois anos fui mãe a tempo inteiro e vi a minha filha crescer’. Diga também que aproveitou para fazer algumas acções de formação.

Procure um trabalho temporário
Se não encontrar logo um bom emprego, veja se não pode trabalhar em part time durante algum tempo. Isto dá-lhe a oportunidade de melhorar novamente as suas competências sociais e profissionais enquanto continua a procurar o emprego que quer.

Papás, isto também é para vocês!
É óbvio que todas estas dicas se aplicam também aos papás que querem recomeçar depois de uma interrupção profissional.

Melhores cumprimentos,

A equipa Jobartis

O que os CEOs americanos consideram relevante numa entrevista de trabalho

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Conseguir um novo trabalho depende, muitas vezes, da forma como responde ao seu entrevistador. Porém, por vezes, quem está à nossa frente está a fazer-nos uma pergunta com rasteira.

Conheça as mais relevantes perguntas para três CEO’s de grandes empresas norte-americanas.

A ideia destes homens e mulheres que dirigem grandes empresas é apanhar o candidato desprevenido e tentar perceber, ao mesmo tempo, como reage numa situação mais complicada e testar a sua compatibilidade com a restante equipa.

Confira:

Oprah Winfrey – Apresentadora e CEO do canal Oprah Winfrey Network: “Qual é a sua prática espiritual?”

Quando se senta com um candidato, aquela que foi considerada a mulher mais rica dos Estados Unidos, interroga-os sobre aspetos ‘interiores’ da pessoa que tem à frente.

Assim, considera a gestora, consegue mais facilmente perceber se a pessoa que tem à frente consegue enquadrar-se na empresa, mas também como é que o entrevistado encara a vida e se mantém concentrado.

Ashley Morris – CEO da Capriotti Sandwich Shop: “O que faria na possibilidade de haver um apocalipse zombie?”

Novamente, a ideia é perceber como é que a pessoa que pretende um novo emprego irá reagir numa situação de grande pressão. Não há resposta certa, no fundo, refere Morris, a ideia é que também seja divertido para o entrevistado.

“A esperança para nós é conseguir descobrir como é o interior de determinada pessoa e aquilo que é realmente importante para ela, quais são os seus valores morais e se se enquadra no nível cultural da empresa”, explica.

Peter Thiel – Co-fundador do PayPal: “Conte-me algo que é verdade, mas em que quase ninguém concorda consigo”

Peter Thiel acredita que esta questão é bastante desafiante para os entrevistados. Porém, ao colocar a pergunta o gestor diz que força as pessoas a demonstrar como é que elas se comportam quando são desafiadas.

“Dá-me mais ou menos uma ideia da originalidade da forma de pensar do entrevistado e permite ver a coragem que cada um tem ao exprimir uma opinião própria num contexto de entrevista, num contexto social onde pode ser estranho dizer ao entrevistador algo com que ele pode não concordar”, explica.

Se alguma vez acontecer consigo, já sabe como reagir a uma situação similar.

Melhores cumprimentos,

A equipa Jobartis

Dicas para lidar com emoções negativas no Trabalho

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É inevitável que uma pessoa não tenha emoções negativas no trabalho. Como somos seres humanos que somos, não é possível estar sempre feliz.

No entanto, esperamos que você consiga ter o máximo de emoções positivas no emprego e evitar os problemas. Afinal, a maneira como você lida com as suas emoções, provavelmente, determinará quão bem-sucedido você será.

Mesmo aqueles que parecem mais à vontade no ambiente de trabalho, pelo menos uma vez na vida, estiveram inseguros quanto ao pertencimento em determinada área.

Deste modo Confira as 6 dicas da equipa Jobartis para lidar com emoções negativas no trabalho:

– 1. Medo

Dê um passo para trás e tente enxergar a situação objectivamente. Pergunte-se: “ a minha carreira está realmente a colocar-me em risco?” Se não, você deve estar se sentindo nervoso e este sentimento está provavelmente a ser convertido em medo.

Então, você não está com medo de algo. Está, na verdade, nervoso e é muito mais fácil resolver este problema: beba uma água, dê uma volta, converse com os seus colegas, escute uma música, etc.

– 2. Rejeitado

Decida, primeiramente, se você respeita a opinião da pessoa que “rejeitou” você. Se ela veio de uma pessoa “idiota”, esta “rejeição” é na verdade algo para se orgulhar. Se você respeita esta pessoa, garanta que você esteja interpretando correctamente a situação. Por fim, lembre-se de que rejeição é algo relativo e ilusório.

– 3. Bravo

Se você está a sentir-se bravo, distancie-se da situação. Levante, dê uma volta, faça algo que lhe distraia por um momento. Em seguida, enfrente a situação de maneira sóbria e racional. A “braveza” é um estado de espírito fugaz, mas, se agirmos na hora em que ela está dominando nosso espírito, normalmente erramos.

– 4. Frustrado

No trabalho, estas emoções tomam o controlo quando você sente que os seus resultados não foram os esperados, dada a quantidade de esforço e tempo que você dedicou. Se não deu certo, é necessário rever todos os passos que você deu. Será que este caminho é o correcto? Será que a forma como você pisou é correcta? Tente mudar de planos.

– 5. Inadequado

É inevitável. Mesmo aqueles que parecem mais à vontade no ambiente de trabalho, pelo menos uma vez na vida, estiveram inseguros quanto ao pertencimento em determinada área. Mas esta insegurança vem de uma falta de habilidades, estratégias e experiência e isso é corrigível à medida que você aprende sobre a dinâmica do seu trabalho com o passar do tempo.

– 6. Estressado

Assim como no tópico 5, é inevitável nos dias de hoje. Não dá para deixar de correr com as tarefas só porque você não quer se “estressar”. Portanto, é importante que você saiba priorizar, fazer o necessário e saber se desestressar: escute uma música, respire fundo, faça uma massagem breve na sua testa, etc.

Boa Sorte

Cumprimentos da Equipa Jobartis

Dez dicas para ser empreendedor

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Uma vez que o Estado angolano este ano não vai admitir novos funcionários, a solução passará pelas empresas privadas ou a criação de negocio próprio.

Para ajudar os empreendedores a tirarem a ideia de negócio do papel em 2015, a equipa Jobartis elaborou uma lista de (10) dez dicas para criar um negócio de sucesso.

1. Escolha um ramo do qual goste

O empresário precisa ter paixão pelo que faz e ser feliz no dia a dia da empresa, afinal a maior parte do tempo será dedicada a ela.

“Eu gosto muito de empreender e do segmento em que actuo. Acordo todo dia com vontade de trabalhar”, devem ser frases que acompanham um empreendedor.

2. Tenha um diferencial

Ter um diferencial competitivo é fundamental para que as pequenas empresas consigam fazer frente às grandes.

E não precisa ser algo inovador, atender bem o cliente, cumprir prazos e oferecer produtos de qualidade são pontos que podem fazer um cliente se tornar fiel ao negócio.

3. Assuma Riscos

Empreender é uma actividade de risco, por isso é preciso sempre planear-se e calcular cada passo da empresa para minimizar as chances de fracasso.

“É preciso coragem para assumir riscos e enfrentar as dificuldades, principalmente no início”.

4. Valorize a equipa

Nenhum empresário alcança o sucesso sozinho, ele precisa de uma equipa que faça o negócio a prosperar.

É importante que todos os funcionários envolvidos nas conquistas da empresa sejam reconhecidos, valorizados e estimulados a permanecerem na corporação.

5. Seja transparente

A credibilidade de uma empresa se constrói com honestidade e transparência, prometer apenas o que pode ser cumprido e não subestimar clientes e fornecedores são algumas atitudes que podem contribuir para a construção de uma imagem sólida.

6. Tenha visão de negócio

O empreendedor precisa olhar à frente, ter clareza de onde quer chegar.

Ele precisa ter objectivos e metas claras e não enxergar o negócio apenas como um ganha-pão.

“Nunca me passou pela cabeça que a minha empresa chegaria aonde chegou. Mas sempre me passou pela cabeça o sonho de fazer algo grande”, deve ser uma frase que acompanha o empreendedor.

7. Preocupe-se com a Comunidade

Uma empresa, no entanto, não deve ser focada somente nos resultados financeiros.

É preciso considerar o impacto causado na comunidade e pensar em formas de melhorar a vida dessas pessoas.

8. Aperfeiçoe-se com o tempo

O empresário não pode parar no tempo e deve investir no aperfeiçoamento pessoal.

“Não existem fórmulas prontas para o sucesso, mas o empreendedor tem de buscar informação e usar a própria experiência no mercado para melhorar o negócio e fazer a empresa crescer”.

9. Levante-se após um tombo

Um empresário deve ter a capacidade de se levantar após um tombo e retomar o curso do negócio.

Nem todas as acções de um negócio são bem-sucedidas e, por isso, é necessário avaliar os erros e recomeçar de uma maneira diferente.

10. Tenha Paciência

É normal que um empreendedor, especialmente no início do negócio, espere resultados e lucro rápidos.

No entanto, prosperidade, maturidade e experiência vêm com o tempo.

“Uma empresa sólida não é construída de uma hora para outra. É preciso ter paciência para entender e aceitar isso como um processo natural.”

Boa sorte a todos os empreendedores …

Melhores cumprimentos,

A Equipa Jobartis

Relação Amorosa no Trabalho

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Relacionamento amoroso no Trabalho

Apesar de alguns preconceitos que ainda existem sobre associar prazer com trabalho, a verdade é que o local de trabalho acaba por ser dos sítios mais comuns para conhecer pessoas e, consequentemente, um dos sítios mais prováveis para conhecer a sua cara-metade ou iniciar um relacionamento amoroso. De facto, independentemente das opiniões de cada um sobre este tema, é inegável que as relações amorosas fazem parte dum ambiente de trabalho e que entre os corredores da empresa pode, sem dúvida alguma, nascer o amor.

Para o ajudar a lidar com os receios de misturar a sua vida profissional com a pessoal, damos-lhe algumas dicas para ser bem sucedido nos romances no trabalho.

# Prudência.  Sente que está a desenvolver um sentimento mais forte por um colega de trabalho? Uma das regras principais é avançar com calma e, certificar-se do que realmente quer, tendo a certeza do que sente e que pode ser correspondido.

#  “Timing”.  Nunca utilize as horas de trabalho para se aproximar da pessoa em questão. Os emails e conversas intermináveis no corredor podem ser uma tentação, mas podem prejudicar seriamente a sua posição profissional. Aproveite a hora de almoço ou marque um encontro informal para o final do dia.

# Discrição. Se decidir avançar, resista à tentação de espalhar a notícia por toda a empresa e, mais do que isso, evite manifestações de carinho em público ou encontros fortuitos no corredor. Além de serem comportamentos típicos de adolescentes imaturos, acabaram por abrir margem para intromissões na sua vida pessoal.

# Honestidade. Apesar da discrição sugerida, esta é uma situação que não vale a pena tentar esconder, porque acabará por ser descoberta de qualquer forma. A melhor forma de evitar ser alvo de boatos e comentários alheios, é assumir claramente a relação mas sem grandes pormenores. Rapidamente, haverá qualquer outra coisa melhor para comentar entre colegas.

#  Profissionalismo.  Lembre-se que, apesar de juntos, dentro da empresa continuam a ser dois colaboradores independentes e esta relação não deve pôr em causa a vossa carreira. Nunca, em caso algum, permita que esta questão interfira no seu desempenho e no seu comportamento profissional.

# Maturidade.  Se as coisas derem “para o torto”, será particularmente difícil lidar com o facto de ter de continuar a cruzar-se constantemente com o seu “ex”. Saiba resistir à tentação de se fazer de vítima perante colegas e envolve-los na ruptura, e evite a todo o custo os ataques pessoais ou profissionais motivados pelo desejo de vingança.

Melhores Cumprimentos,

A Equipa Jobartis

Assédio no Local de Trabalho

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É um tema considerado Tabu na maior parte das Instituições, quer sejam publicas ou privadas.

O assédio é uma realidade nas empresas, quer seja da parte dos homens, como das mulheres.

Deste modo, e por se tratar de um assunto cada vez mais frequente no nosso pais, a Equipa Jobartis leva ao conhecimento de todos informações sobre o assunto:

O que é o assédio no local de trabalho?

É um comportamento indesejado (gesto, palavra, atitude, etc.) praticado com algum grau de reiteração e tendo como objectivo ou o efeito de afectar a dignidade da pessoa ou criar um ambiente intimidativo, hostil, degradante, humilhante ou desestabilizador.

O assédio é moral quando consistir em ataques verbais de conteúdo ofensivo ou humilhante, e físicos, ou em actos mais subtis, podendo abranger a violência física e/ou psicológica, visando diminuir a autoestima da vítima e, em última análise, a sua desvinculação ao posto de trabalho.

O assédio é sexual quando os referidos comportamentos indesejados de natureza verbal ou física, revestirem caráter sexual (convites de teor sexual, envio de mensagens de teor sexual, tentativa de contacto físico constrangedor, chantagem para obtenção de emprego ou progressão laboral em troca de favores sexuais, gestos obscenos, etc.).

Elementos essenciais para a classificação de uma situação como assédio:

É um processo, não é um fenómeno ou um facto isolado, por mais grave que este possa ser (pode até ser crime se for um ato isolado mas não é uma situação de assédio), pressupondo sempre um conjunto mais ou menos encadeado de actos e condutas, que ocorrem de forma reiterada;

Tem por objectivo atingir a dignidade da vítima e a deterioração da sua integridade moral e física, que pode, eventualmente, conduzir à diminuição da sua capacidade de resistência relativamente a algo que não deseja, levando-a a ceder;

É um aproveitamento da debilidade ou fragilidade da vítima ou da sua posição profissional hierarquicamente inferior ou da precariedade do respectivo vínculo laboral e da necessidade da manutenção deste para conseguir garantir a subsistência; Pode existir a intenção do agressor em se livrar da vítima, resultante de um comportamento sistemático.

Exemplos de actos e comportamentos susceptíveis de serem classificadas como assédio no trabalho:

Assédio moral

Desvalorizar sistematicamente o trabalho de colegas ou subordinados hierárquicos; Promover o isolamento social de colegas de trabalho ou de subordinados; Ridicularizar, de forma directa ou indirecta, uma característica física ou psicológica de colegas de trabalho ou de subordinados; Fazer recorrentes ameaças de despedimento;

Estabelecer sistematicamente metas e objectivos impossíveis de atingir ou estabelecer prazos inexequíveis; Atribuir sistematicamente funções estranhas ou desadequadas à categoria profissional;

Não atribuir sistematicamente quaisquer funções ao trabalhador/a – falta de ocupação efectiva; Apropriar-se sistematicamente de ideias, propostas, projectos e trabalhos de colegas ou de subordinados sem identificar o autor das mesmas; Desprezar, ignorar ou humilhar colegas ou trabalhadores/as, forçando o seu isolamento face a outros colegas e superiores hierárquicos;

Sonegar sistematicamente informações necessárias ao desempenho das funções de outros colegas ou de subordinados ou relativas ao funcionamento das entidades empregadoras, públicas ou privadas, sendo no entanto o conteúdo dessas informações facultado aos demais trabalhadores e trabalhadoras; Divulgar sistematicamente rumores e comentários maliciosos ou críticas reiteradas sobre colegas de trabalho, subordinados ou superiores hierárquicos;

Dar sistematicamente instruções de trabalho confusas e imprecisas; Pedir sistematicamente trabalhos urgentes sem necessidade; Fazer sistematicamente críticas em público a colegas de trabalho, a subordinados ou a outros superiores hierárquicos; Insinuar sistematicamente que o trabalhador ou trabalhadora ou colega de trabalho tem problemas mentais ou familiares; Transferir o/a trabalhador/a de sector com a clara intenção de promover o seu isolamento; Falar sistematicamente aos gritos, de forma a intimidar as pessoas.

Fazer brincadeiras frequentes com conteúdo ofensivo referentes ao sexo, raça, opção sexual ou religiosa, deficiências físicas, problemas de saúde etc., de outros/as colegas ou subordinados/as; Comentar sistematicamente a vida pessoal de outrem; Criar sistematicamente situações objectivas de stresse, de molde a provocar no destinatário/a da conduta o seu descontrolo.

Assédio sexual

Repetir sistematicamente observações sugestivas, piadas ou comentários sobre a aparência ou condição sexual; Enviar reiteradamente desenhos animados, desenhos, fotografias ou imagens de Internet, indesejados e de teor sexual; Realizar telefonemas, enviar cartas, sms ou e-mails indesejados, de carácter sexual;

Promover o contacto físico intencional e não solicitado, ou excessivo ou provocar abordagens físicas desnecessárias; Enviar convites persistentes para participação em programas sociais ou lúdicos, quando a pessoa visada deixou claro que o convite é indesejado; Apresentar convites e pedidos de favores sexuais associados a promessa de obtenção de emprego ou melhoria das condições de trabalho, estabilidade no emprego ou na carreira profissional, podendo esta relação ser expressa e directa ou insinuada;

 Situações que não devem ser confundidas com assédio:

É importante referir que nem todas as situações de conflito existentes no local de trabalho constituem assédio.

O que marca a diferença entre o conflito laboral e o assédio, nomeadamente o moral, é a intencionalidade.

Por detrás de qualquer atitude de assédio existe sempre um comportamento indesejado, praticado com o objectivo ou o efeito de afectar a dignidade da pessoa ou criar um ambiente intimidativo, hostil, degradante, humilhante ou desestabilizador, podendo, em última análise, existir a intenção de o(a) agressor(a) em se livrar da vítima, resultante de um comportamento sistemático, o que não acontece no mero conflito ou perante uma actuação impulsiva, independentemente do mal-estar que possa causar e da infracção que possa representar (quer disciplinar, quer penal ou laboral).

Quem pode ser vítima de assédio?

Qualquer pessoa, mulher ou homem, em qualquer tipo de posto de trabalho, pode ser vítima de assédio moral ou sexual.

Quem pode praticar assédio?

Todas as pessoas, mulher ou homem, que tenham acesso ao local de trabalho: Superiores hierárquicos, directos e indirectos;Colegas de trabalho; Prestadores/as de serviços; Fornecedores/as; Clientes.

Circunstâncias que podem potenciar situações de assédio moral ou sexual Alguns factores que podem aumentar a probabilidade de verificação de situações de assédio no trabalho:

Cultura organizacional que não sanciona os comportamentos intimidativos; transformações súbitas ao nível da organização; insegurança no emprego; relações insatisfatórias entre o pessoal e entre o pessoal e as chefias; exigências de trabalho excessivas; conflitos ao nível das funções desempenhadas; comportamentos discriminatórios e intolerância; problemas pessoais e consumo de droga ou álcool.

Algumas consequências do assédio

Mesmo que não assumido ou denunciado, o assédio, sexual ou moral, contamina o ambiente de trabalho e pode ter um efeito devastador, quer sobre as vítimas, quer sobre as próprias entidades empregadoras, públicas ou privadas.

As vítimas vêem normalmente a sua saúde, confiança, moral e desempenho profissional afectados, o que leva à diminuição da eficiência laboral e mesmo ao afastamento do trabalho por motivo de doença (as vítimas auferem remuneração inferior estando de baixa ou perdem mesmo o emprego). Em alguns casos, as pessoas deixam de ser capazes de se comportar normalmente, quer no trabalho, quer na sua vida quotidiana.

O assédio pode provocar stresse pós-traumático, perda de auto-estima, ansiedade, depressão, apatia, irritabilidade, perturbações da memória, perturbações do sono e problemas digestivos, podendo até conduzir ao suicídio.

Do lado das entidades empregadoras, públicas ou privadas, assiste-se ao aumento inusitado dos custos resultantes do aumento do absentismo, da redução abrupta de produtividade e de maiores taxas de rotatividade de pessoal.

PREVENIR E COMBATER

O que pode ser feito para evitar situações de assédio?

Em primeiro lugar, é fundamental proceder-se a uma avaliação de riscos, a fim de identificar possíveis riscos psicossociais, o que pode ser feito pelos serviços de segurança e higiene no trabalho internos.

O objetivo é conhecer a realidade por forma a poderem ser adoptadas as medidas adequadas, que poderão incluir a definição de uma política de luta contra o assédio que assegure a gestão de conflitos e a formação das chefias, bem como a reformulação do ambiente de trabalho e, ainda, a previsão de um sistema de apoio às eventuais vítimas de assédio (por exemplo: criação de pólos de aconselhamento, linhas verdes e definição formal de procedimentos de denúncia).

Entre os factores que podem potenciar o êxito da luta contra o assédio no trabalho podem destacar-se:

O empenhamento conjunto da entidade empregadora e dos representantes dos trabalhadores e de todos os trabalhadores e trabalhadoras na criação de um ambiente de trabalho sem violência; a produção conjunta com os representantes dos trabalhadores de documentos em que se refira expressamente que são proibidos e não serão tolerados quaisquer actos de assédio no local de trabalho;

A distribuição regular de informação sobre a política de prevenção de assédio nos locais de trabalho, a todo o pessoal de todas as categorias profissionais; a promoção de ações de formação sobre prevenção de assédio no trabalho a todo o pessoal, incluindo as chefias; a proibição no local de trabalho de quaisquer calendários, literatura, posters ou quaisquer materiais com conteúdos de natureza sexual;

O estabelecimento de regras proibitivas de acesso a sites pornográficos ou utilização inapropriada de correio electrónico para envio de mensagens com conteúdos de natureza sexual; a divulgação de informação sobre o que é o assédio, quais as suas consequências e quais as sanções que pode implicar; a indicação do local e do modo como as eventuais vítimas de assédio podem obter ajuda;

O compromisso de garantir a inexistência de represálias sobre os/as queixosos/as; a criação de procedimentos formais de queixa sobre eventuais situações de assédio; o fornecimento de informações sobre os serviços de aconselhamento e de apoio; a criação de uma linha anónima dentro das empresas ou organismos públicos vocacionada para esta matéria;

O envolvimento dos serviços internos segurança e higiene no trabalho com o objetivo de prevenir e combater situações de assédio no trabalho; a garantia de confidencialidade.

DIGA NÃO AO ASSÉDIO

A Equipa Jobartis

Como crescer profissionalmente

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Sete dicas para crescer na carreira profissional

Uma das principais metas profissionais, se não a maior de todas, é ser bem-sucedido na carreira, conquistando promoções e cargos desejados.

“Num mercado cada vez mais competitivo como o de Angola, não basta apenas ter talento, é preciso investir em conhecimento, ter habilidade para se adaptar às mudanças e demonstrar iniciativa para se destacar”.

Os especialistas da Jobartis fizeram uma lista com 7 conselhos para a ascensão profissional:

1 – Invista em você mesmo 
Actualizações na sua área, cursos de idiomas, especializações como MBA, podem favorecer na conquista de uma promoção. É importante que, antes destes investimentos, você tenha a clareza dos objectivos que quer alcançar em sua carreira, desta forma, poderá direccioná-los e acelerar o retorno.

2 – Fortaleça o seu networking
Desenvolver uma boa rede de relacionamentos dentro e fora da empresa o manterá informado sobre o mercado e você poderá identificar oportunidades que venham ao encontro do que está a procura.

3 – Seja criativo
Ao levar um problema para o seu gestor, leve também sugestões não convencionais para resolvê-lo. A capacidade de encontrar soluções inteligentes e oportunas é uma competência muito valorizada pelas empresas.

4 – Adapte-se 
Fique atento às mudanças do mercado e da empresa também. Quem se ajusta rapidamente aos novos cenários, se destaca frente a outros profissionais e tem mais chance de assumir novas responsabilidades.

5 – Exponha-se
Use de subtileza para fazer com que as pessoas o percebam. Um caminho interessante é você se disponibilizar para participar de uma equipa de projectos, em que tenha a oportunidade de expor as suas opiniões e sugestões.

6 – Seja participativo
Trabalhe de forma participativa solicitando e oferecendo ajuda, quando necessário. Trocar ideias e compartilhar experiências contribui para um ambiente saudável e produtivo. Colaboração gera colaboração e os resultados são sempre positivos.

7 – Aprenda a ouvir e a observar
Exercite o hábito de ouvir e compreender antes de fazer valer a sua opinião. Ouvir com atenção e interesse demonstra respeito e consideração, e permite ter mais clareza na mensagem que está sendo transmitida, o que o ajudará a fazer as perguntas inteligentes ou emitir uma opinião, quando solicitada.

“Um Mercado Espera por si, boa sorte…”

A Equipa Jobartis